2 de set. de 2012

Sobre morrer de amor.

 "Será que eles não entendem que quem ama nesta vida
às vezes ama sem querer e que a dor no fundo esconde
uma pontinha de prazer"
(Cazuza)
 
Estive vendo por esses dias o filme Memórias de Minhas Putas Tristes baseada na obra homônima de Gabriel García Marquez. Confesso que não li o livro ainda, mas ele já está na lista de espera de compra :)
Mas sim, sobre o filme, uma das cenas que me chamou atenção é quando ele desabafa sobre o amor, sentimento até então desconhecido para o mesmo. El sabio, o personagem principal, apesar de uma vida cercada de luxúria com "suas putas", nunca havia sentido de fato o desassossego da paixão, aquela sensação de esquentamento do peito ao pensar no ser querido ou a dor da dúvida de não saber se a ternura é recíproca. É possível morrer de amor? Of course, sir! Azar daqueles que passam nessa vida sem nunca experimentarem as delícias dessa desventura, pois como diz Mario Quintana o bom mesmo é morrer de amor e continuar vivendo.



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